Número representa 18% do 1,4 milhão de aparelhos vendidos desde junho. Lucro da empresa cresceu 67% nos últimos três meses.
Do G1, em São Paulo entre em contato
ALTERA OTAMANHO DA LETRA
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iPhone: cerca de 250 mil unidades desbloqueadas (Foto: Divulgação)
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Mais de um milhão de pessoas compraram o iPhone, diz a Apple. E cerca de 250 mil deles desbloquearam seus aparelhos, admite a empresa, segundo reportagem do site "The Register".
Foram vendidos 1,4 milhão de iPhones desde junho, dos quais 250 mil (18%) foram desbloqueados para funcionarem com programas alternativos e não dependerem do serviço de telefonia da AT&T.
Desde o lançamento, a Apple se posicionou contra o desbloqueio. O conflito com consumidores (e hackers) colecionou capítulos de uma história ainda sem conclusão.
Depois que os primeiros iPhones foram desbloqueados, a Apple anunciou uma atualização pela loja virtual iTunes que, entre outras mudanças, inutilizaria os aparelhos “destravados”.
Soluções para reverter esse “bloqueio” de iPhones vazaram na internet e, na França, a empresa foi obrigada a vender o iPhone “desbloqueado”, já que é proibida a venda casada (aparelho + contrato de telefonia) no país.
Na última quarta-feira (17), Steve Jobs anunciou um kit de desenvolvimento de softwares para o iPhone, que deve ser lançado em fevereiro de 2008.
Lucro em alta
A empresa planeja vender 10 milhões de iPhone durante o primeiro ano de mercado do aparelho, lançado em 29 de junho de 2007. O lucro líquido da Apple subiu 67% no quarto trimestre fiscal, para US$ 904 milhões. Vendas de computadores Macintosh e do iPhone contribuíram para o resultado.
O iPhone está disponível em modelos de 8 GB (US$ 399) e 4 GB (US$ 299). Quando foi lançado, custava US$ 599. Em seguida, o preço foi reduzido a US$ 399, o que gerou descontentamento dos primeiros compradores e rendeu processo de uma consumidora insatisfeita. Dois meses depois do lançamento, a Apple anunciou bônus de US$ 100 para quem havia comprado os primeiros modelos.
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fonte:www.g1.com.br
Autor: Jorge Augusto Palma
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Nokia vê conteúdo como fator chave para ganhar novos usuários
ESPOO, Finlândia (Reuters) - A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, vê conteúdo para Internet sem fio como um dos principais fatores para ganhar mais usuários de telefones móveis, incluindo em mercados emergentes, afirmou um executivo da companhia nesta terça-feira.
Kai Oistamo, que dirige a divisão de telefones móveis da Nokia, disse que a maior barreira para a Internet sem fio nos mercados emergentes é a falta de interesse das pessoas.
"Estamos procurando como companhia entender como facilitar e participar da criação de conteúdo que seja realmente relevante para os consumidores nos mercados emergentes", disse Oistamo em discurso em um fórum de telecomunicações na Universidade de Tecnologia de Helsinque.
O mercado alvo irá definir qual será a próxima grande novidade em telefonia móvel, afirmou Oistamo, mas acrescentou que serviços locais combinados com redes sociais seria um deles.
As recentes aquisições da Nokia deram suporte à estratégia de conteúdo conforme a empresa tomou medidas para se transformar de uma empresa somente de hardware numa companhia de serviços online.
Em julho a Nokia disse que iria adquirir o site de rede social e compartilhamento de fotos Twango, seguindo a tendência dos usuários de aderir a sites como o MySpace e Facebook. A Nokia lançou recentemente seu portal de serviços de Internet, o Ovi.
No início do mês a Nokia fez uma oferta de 8,1 bilhões de dólares pela fornecedora de mapas digitais Navteq, no que seria sua maior aquisisção.
Kai Oistamo, que dirige a divisão de telefones móveis da Nokia, disse que a maior barreira para a Internet sem fio nos mercados emergentes é a falta de interesse das pessoas.
"Estamos procurando como companhia entender como facilitar e participar da criação de conteúdo que seja realmente relevante para os consumidores nos mercados emergentes", disse Oistamo em discurso em um fórum de telecomunicações na Universidade de Tecnologia de Helsinque.
O mercado alvo irá definir qual será a próxima grande novidade em telefonia móvel, afirmou Oistamo, mas acrescentou que serviços locais combinados com redes sociais seria um deles.
As recentes aquisições da Nokia deram suporte à estratégia de conteúdo conforme a empresa tomou medidas para se transformar de uma empresa somente de hardware numa companhia de serviços online.
Em julho a Nokia disse que iria adquirir o site de rede social e compartilhamento de fotos Twango, seguindo a tendência dos usuários de aderir a sites como o MySpace e Facebook. A Nokia lançou recentemente seu portal de serviços de Internet, o Ovi.
No início do mês a Nokia fez uma oferta de 8,1 bilhões de dólares pela fornecedora de mapas digitais Navteq, no que seria sua maior aquisisção.
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